Vêem a cicatriz, o corpo diferente, o tempo passando…
e acham que sempre foi isso.
Mas teve uma época em que ninguém parava ele.
Não era só gol.
Era arranque, força, técnica… tudo ao mesmo tempo.
Ele humilhava zagueiro como se fosse treino.
Mudava jogo sozinho.
Parecia que jogava em outro ritmo.
Até o corpo cobrar o preço.
E mesmo depois de tudo… ele ainda voltou e decidiu Copa do Mundo.
Quem viu, viu.
Quem não viu… só tenta entender.
Fonte: Paquetá (Facebook)

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