NO PÉ DA CONVERSA-Lenivaldo Aragão

FOTOS; Reprodução-Jornal Lance; Globo Esporte;FC Bacelona Players e UOL.



Por Lenivaldo Aragão

1-De Romário a Kaká / 2-Vestibular da bola / 3- Ninho de periquitos / 4- Vesti azul... / 5- Haja tricolor! / 6- Copinha promissora / 7- Por falar nisso / 8- Guilhermino Tavares Neto
DE ROMÁRIO A KAKÁ
Romário (1994)
Ronaldo (1996, 1997 e 2002) Rivaldo (1999)
Ronaldinho Gaúcho (2004 e 2005)
Kaká (2007).
Estes são os brasileiros que ganharam o Prêmio Fifa, como os melhores do mundo, e muito orgulharam nosso torcedor. Agora, com o francês Dembelê sendo festejado como o grande felizardo na distribuição da famosa Bola de Ouro, o Brasil nem triscou no cobiçado troféu. Quem esteve mais perto (?) foi Raphinha, chegando em quinto lugar. Até no feminino não fomos sequer notados, posto que a Rainha Marta foi a décima segunda colocada.

VESTIBULAR DA BOLA

No fim de semana passado, o Santa Cruz passou no pau do canto, e o Náutico foi reprovado. Ainda vai tentar a segunda época, porém as chances já não são tão favoráveis. Provas mais difíceis. O Timbu corre forte risco de repetir o ano. Já o Sport após receber um sopro de saúde se animou para também não levar pau. Todavia, vai ter que estudar muito.

NINHOS DE PERIQUITOS

O América, que lidera o Grupo B da Série A 2, com a maior pontuação do campeonato (10 pontos), está também na crista da onda no PE Sub 20, liderando o Grupo C, à frente de Santa Cruz, Sport, Serrano e Ipojuca. Como eu disse neste espaço há algum tempo, o Alviverde está formando um verdadeiro ninho de periquitos. Cuidado com o Ibama, meus caros João Antônio e Mirinda.

VESTI AZUL...

“Vesti azul, minha sorte então mudou”. Quem se lembra dessa música consagrada pelo famoso Wilson Simonal, que há muitos anos nos deixou? Ela pode ser adotada pelos torcedores do Sport, depois da sensacional vitória do Leão da Ilha sobre o Corinthians, como um símbolo de sorte.

HAJA TRICOLOR

Afastado de Pernambuco e vivendo a partir de 1975 entre Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, embora sempre voltando às origens e sem perder o sotaque de quem nasceu na nossa Santa Cruz do Capibaribe, o médico Maurício Aragão, entre um gole e outro de cerveja, mostrava na areia de Boa Viagem, no fim de semana, sua admiração pela alegria que a torcida do Santa Cruz está vivendo, ele que é um ferrenho torcedor do Sport: “Nunca vi tanta gente com a camisa tricolor, como tenho visto nesta minha vinda ao Recife”, comentou o famoso Pé Limpo, como era conhecido entre os primos e amigos mais chegados no tempo em que vivia em “república”, quando fazia o curso de medicina na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

COPINHA PROMISSORA

Leio no noticiário da FPF informação sobre a edição 2025 da Copinha do Interior Sub16, que começou sábado (20) e domingo (21). São 30 seleções municipais divididas em seis grupos de cinco. Uma oportunidade para os olheiros saírem de um canto a outro na tentativa de descobrir futuros craques, seja visualmente, seja via imagens. Confira os primeiros resultados:

GRUPO A: Betânia 0 x 4 Sertânia e Tacaimbó 2 x 2 Tuparetama.
GRUPO B: Cachoeirinha 0 x 3 Garanhuns e São Bento do Una 3 x 1 Sanharó.
GRUPO C: Surubim 3 x 0 Bom Jardim e Toritama 3 x 1 Santa Cruz do Capibaribe.
GRUPO D: Chã de Alegria 1 x 3 Goiana e Lagoa de Itaenga 0 x 0 Passira.
GRUPO F: Olinda 3 x 1 Abreu e Lima e Igarassu 2 x 2 Ipojuca.
Os jogos do Grupo E , formado por Camaragibe, Carpina, Nazaré da Mata, Paudalho e Timbaúba ainda vão ser marcados.

POR FALAR NISSO...

O município de Santa Cruz do Capibaribe promoveu este ano mais um campeonato envolvendo equipes da Zona Rural. Venceu o Atlético do Sítio Magana, que, além do troféu e das medalhas, foi premiado com R$ 7,5 mil. O vice-campeão, o Grêmio da Vila Poço Fundo, botou R$ 4,5 mil no bolso, e, naturalmente, taça e medalhas. Parabéns aos participantes, organizadores e torcedores!

GUILHERMINO TAVES NETO

O célebre Lolita costumava dizer “quem não conhece Lolita não conhece o Recife”. Eu uso sua frase para afirmar “quem não conhece Tavares Neto não conhece Caruaru”. Trata-se de um dos mais atilados repórteres que conheci e com o qual convivi. E convivo ainda, mesmo a distância. Continua em atividade, com um blogue em que revive acontecimentos do passado, trazendo também fatos da atualidade. Pau pra toda obra.
Num jogo do Central contra o Flamengo em pleno verão, ele chegou no antigo Pedro Victor de Albuquerque enfatiotado, vestindo traje a rigor, com fraque e tudo mais. Serviu de gozação até para os jogadores. Perguntei a ele para onde ia daquele jeito. Não ia, estava vindo. “É que ontem à noite fui para uma festa, emendei e saí correndo pra cobrir o jogo”, disse-me o famoso caruaruense Guilhermino Tavares Neto, personagem de inúmeras histórias.

Em certa época, quando ele era correspondente do JORNAL DO COMMERCIO, em Caruaru, atendi uma ligação sua para passar por telefone o noticiário do Central – nem se sonhava com internet. Lá para as tantas foi declinando nome por nome a escalação do time e ao chegar no craque Domir, como eu, natural de Santa Cruz do Capibaribe, enfatizou: “... e o nosso conterrrrrrâneo Domir”. Estranhei: “Oxe, Tavares, tu és de Santa Cruz também? Não sabia não”. Sua resposta me fez largar o fone, tamanha a gargalhada: “Sou não, sou não, tô dizendo isso pra agradar”.

Leia tambem no Blog de LENIVALDO ARAGÃO





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