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A reunião ordinária do Conselho Deliberativo do Sport, na noite desta terça-feira (11), foi marcada por tensão e clima de instabilidade política na Ilha do Retiro.
O encontro, que teve início às 20h, reuniu conselheiros, sócios e contou também com a presença do presidente Yuri Romão e do vice-presidente executivo Raphael Campos. O evento aconteceu sob forte pressão dentro da sede rubro-negra.
Durante o discurso, sob gritos de protesto da torcida, como “ladrão”, Yuri Romão expressou que não pretende renunciar ao cargo, reforçando o desejo de cumprir o mandato até o fim de 2026. Na declaração, o mandatário afirmou que “não terceiriza e assume a responsabilidade pela temporada ruim do Sport”. No entanto, a fala, que rapidamente viralizou, foi recebida com insatisfação pelos rubro-negros.
“Não terceirizo problema. Se sou mandatário do clube, a responsabilidade é toda minha. Cabe a mim, como líder que sou, reverter esse quadro (...). Entendo que as manifestações nas mídias sociais são legítimas. Estou tão doído quanto vocês”, afirmou Yuri Romão.
Mais de 70 torcedores e sócios compareceram à reunião na Ilha do Retiro para acompanhar explicações em meio ao grave momento desportivo e político do clube. Do lado de fora, com número ainda maior de rubro-negros, a presença da Polícia Militar foi necessária dentro das dependências do Sport, devido ao clima tenso e à forte mobilização da torcida.
A principal torcida organizada do Leão também esteve presente, entoando cânticos e exibindo faixas pedindo a renúncia imediata de Yuri Romão e Raphael Campos. O ambiente foi de contestação e cobrança por mudanças estruturais, refletindo a insatisfação crescente com a condução administrativa e o desempenho esportivo do time na temporada, com o Leão prestes a ser rebaixado matematicamente.
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Crédito: Esportes DP



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