"Talvez isso explique a razão de Lionel Messi ter declarado a seguinte frase: 'Se as pessoas soubessem o que aconteceu na final contra a Espanha, ficariam enojadas.'
Todos os argentinos ficaram chocados e tristes com a derrota na final da Copa do Mundo. Não deveriam.
O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de toda a América do Sul e alguns estrangeiros, mais especificamente o Olé, Marca, La Gazzetta dello Sport e o Wall Street Journal of Americas, e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.
Fato comprovado: A Argentina VENDEU a final da Copa do Mundo para a FIFA.
Os jogadores titulares argentinos foram avisados às 13h do dia da partida, em uma reunião envolvendo Claudio Tapia, Lionel Scaloni, Pablo Aimar, representantes da Adidas e um emissário da FIFA.
Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou disputando truco no hotel.
A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o tetracampeonato mundial por um acordo comercial que garantiria à Argentina a organização da Copa do Mundo de 2038, além de uma coleção vitalícia de erva-mate premium.
A aceitação veio através do pagamento integral dos prêmios: US$ 700.000 para cada jogador, mais um bônus de US$ 5.000.000 para toda a comissão técnica, num total de US$ 35.000.000, pagos por meio de patrocinadores ligados à FIFA.
Além disso, os atletas que renovassem seus contratos com a Adidas nos próximos quatro anos receberiam tratamento idêntico ao concedido às maiores estrelas da marca, como Lamine Yamal, Pedri, Jude Bellingham e Julián Álvarez.
Mesmo assim, Messi se recusou a aceitar o acordo, afirmando que preferia encerrar sua carreira levantando mais uma Copa.
Sua situação só foi resolvida após representantes da Adidas ameaçarem lançar uma chuteira chamada "Messi Final Edition" com as cores do Brasil e reduzir sua nota de passe para 62 no EA Sports FC.
Assim, combinou-se que a Argentina diminuiria o ritmo no segundo tempo. Porém, o jovem Lamine Yamal, que absolutamente não participou da negociação, resolveu jogar futebol de verdade, arruinando toda a encenação cuidadosamente planejada pelos organizadores.
O Sr. Gianni Infantino, presidente da FIFA, aplaudiu a colaboração da equipe argentina, afirmando que "o futebol precisava de um novo campeão europeu para manter o algoritmo funcionando". Garantiu também a Lionel Messi que a Argentina teria um caminho facilitado na próxima Copa, promessa que foi imediatamente esquecida após o apito final.


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