Copa do Mundo: os craques eternizados nos Mundiais

Craque! O carimbo definitivo de jogador acima da média, idolatrado por um país e eternizado na história, vem com a Copa do Mundo.
O Diario de Pernambuco dá sequência às reportagens especiais de aquecimento para a Copa de 2026, destacando quatro gênios que marcaram a história na competição. 
Entre os muitos brasileiros com trajetória de sucesso nas Copas, dois deles possuem cadeira cativa: o Rei Pelé, claro, e Ronaldo Fenômeno.
Com apenas 17 anos, Pelé já escancarou que veio ao mundo do futebol para ser o maior de todos os tempos. Começou no banco e só fez a sua estreia na 3ª rodada do Grupo A da Copa de 1958, quando o técnico Vicente Feola sacou Dino Sani, Joel e Mazzola para as entradas de Zito, Garrincha e Pelé. 
A Canarinho venceu por 2 a 0, mas ele só balançaria a rede nas quartas de final, no 1 a 0 contra País de Gales. Seriam mais cinco tentos nos gramados suecos, sendo dois na goleada por 5 a 2 na final contra a Suécia, que fez enfim o Brasil soltar o grito de ‘é campeão!’
Duas décadas depois, um menino também de 17 anos conquistava sua primeira taça na Copa de 1994, nos Estados Unidos. Mas ficou apenas como opção no banco. O brilho de Ronaldo, mais tarde com o “Fenômeno” acrescentado ao seu nome, começou em 1998, mesmo com o vice para a França de Zidane. O camisa 9 fez quatro gols. 
Daí em diante, a superação deu o tom na sua carreira. Após sucessivas lesões nos joelhos e, dado por muitos como acabado para o futebol, ele mostrou que é mesmo um fenômeno. Craque da Copa de 2002, na conquista do penta no Japão/Coreia, ele marcou oito gols, inclusive os dois na final contra a Alemanha.
Entre os estrangeiros, Maradona e Zidane simbolizam bem craques que brilharam pelos outros países. A Copa de 1986 foi a Copa de Maradona. Foram cinco gols, sendo um considerado o mais bonito de todos os tempos, contra a Inglaterra. Nesse mesmo jogo, pelas quartas de final, teve também o famoso gol com a mão.
Zinedine Zidane também tem um título e um vice. Em 1998, foi o carrasco do Brasil na decisão, com dois gols na conquista do primeiro título francês após o triunfo por 3 a 0 frente à Seleção Brasileira.


Créditos: Esportes DP




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